Explorando o Nexo entre o Planeamento Familiar e o Planeamento da Reforma no Gana

  • Delali Adjoa Dovie University of Ghana
Palavras-chave: planeamento familiar, construção de relacionamento social, investimentos em reforma, planeamento de reforma

Resumo

O estudo articula as perspetivas e atitudes dos trabalhadores, procurando descobrir pensa- mentos e ideias em relação aos fenómenos do planeamento familiar e do planeamento da reforma. Utilizaram-se conjuntos de dados quantitativos e qualitativos. A amostra [n=442] foi selecionada, usando uma técnica de amostragem em vários estágios. O artigo conclui que existe um elo entre o planeamento familiar e o planeamento da reforma. As razões para esse nexo incluem o fato de que famílias de dimensão elevada apresentarem inibição na capacidade para economizar. Além disso, o tamanho de uma família de dimensão elevada dificulta a capacidade de economizar. O tamanho ideal da família nesse contexto varia entre 1 e 5. Os resultados mostram que o planeamento familiar correlacionou-se positivamente (0,688) com o planeamento da reforma. Por outras palavras, o tamanho da família correlaciona-se, em grande medida, com o planeamento para a reforma. Enquanto o tamanho da família grande inibe o planeamento da reforma, o tamanho da família pequena possibilita menos gastos e melhores economias e garante a disponibilidade de recursos financeiros canalizados para os planos de reforma. Esses resultados refletem uma mudança de pensamento, em relação ao tamanho da família grande, em oposição ao tamanho da família pequena. Observa-se uma mudança gradual nas famílias de menores dimensão focadas no planeamento da reforma. Também juntamente com o planeamento familiar figura a construção de relações sociais, as quais têm implicações para o planeamento posterior da vida.

Publicado
2019-12-31
Como Citar
[1]
Dovie, D. 2019. Explorando o Nexo entre o Planeamento Familiar e o Planeamento da Reforma no Gana. Interações: Sociedade e as novas modernidades. 37 (Dez. 2019), 183-216. DOI:https://doi.org/10.31211/interacoes.n37.2019.a8.
Edição
Secção
Artigos